Alunos mostraram atividades de música e dança durante evento promovido pela Equatorial Energia Pará.

O Instituto Maestro Wilson Fonseca participou, nesta quinta-feira (16), do Giro Santarém, promovido pela Equatorial Energia Pará. Durante o evento, alunos de musicalização, flauta e dança apresentaram ao público parte das atividades desenvolvidas nas aulas.
A participação também funcionou como uma prévia do Fest’Arte Wilson Fonseca 2026, previsto para o dia 14 de junho, com apoio da Equatorial Pará.
Para quem acompanha o dia a dia, as atividades do instituto fazem parte da rotina. O pai de uma aluna falou sobre essa experiência.
“Isso me dá muito orgulho como pai e como cidadão. É um investimento na cultura das crianças e movimenta a cidade de forma muito positiva”, disse João Carlos Brasil.
A Equatorial Pará mantém parceria com o instituto há três anos. Segundo a analista de responsabilidade social, Michele Miranda, os resultados são percebidos no desenvolvimento dos alunos.
“Nós sempre acreditamos no projeto e ver esse resultado é muito significativo para nós. Pois sabemos que estamos no caminho certo ao olhar essas crianças cantando, tocando. Realmente mostra a importância que tem de patrocinar, de valorizar, de incentivar e reconhecer esse instituto que faz tanto pela comunidade, pela sociedade em geral”, afirmou.
O evento reuniu profissionais da imprensa e convidados. Para o gerente de relacionamento da empresa, Gilliard Vaz, a parceria envolve outras ações além do apoio financeiro.

“É um dos projetos que a gente tem patrocinado, valorizando a cultura local e também o desenvolvimento de toda a região, tanto no aspecto social quanto cultural”, explicou.
O instituto Maestro Wilson Fonseca mantém as atividades com apoio de parceiros. Hoje, são 32 cursos de música, dança e teatro, voltados principalmente a crianças e jovens de baixa renda.
“Ter parcerias é de vital importância. Se não tivéssemos parcerias como essa, com certeza já teríamos fechado as portas, porque não tem como manter uma instituição que atende, em sua maioria, um público de baixa renda”, afirmou o diretor-geral, José Agostinho da Fonseca Neto.

Com informações da assessoria
